O regulador apontou um aumento de mais de 40% de alertas de apostas suspeitas.
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Foram ao todo 1.113 alertas de operadores do mundo inteiro, que são integrantes do órgão. Deste total, 75% dos alertas foram de futebol, ou seja, 832 notificações a envolver um dos desportos mais apaixonantes do planeta. Logo em seguida vem o basquetebol, com 134 alertas, seguido pelo hóquei no gelo, com 55 avisos, e o ténis, que teve 50 casos que geraram suspeitas.
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Também foi informado quando esses alertas, com possíveis irregularidades, foram acionados. Antes do início das partidas dos desportos envolvidos, foram gerados 936 alertas, e ao final dos jogos foram computadas 150 solicitações. Os continentes nos quais foram gerados esses avisos, também foram informados pelo órgão. A Europa domina disparada a quantidade de problemas relatados, com 727 confirmados. Em segundo vem o continente asiático, com 191, acompanhado da América do Sul com 90. América do Norte, África e Oceania completam a lista com 64, 23 e 7 avisos, respectivamente.
Outro dado importante são os motivos que levaram a essas notificações com suspeitas. 402 alertas foram atribuídos a notícias que tinham relações com as equipas envolvidas, tendo na sequência as mudanças de forma significativa nas odd’s, com 192 alertas. Além disso, o GLMS classifica, através de cores, o nível de preocupação desses alertas com indícios de suspeitas nas apostas. 86 desses sinais acionados eram da cor vermelha, que inclui manipulação e suspeitas graves do resultado final.
Por fim, o órgão justificou que muitos desses casos foram em decorrência da pandemia, que causou transtornos em milhares de competições e partidas, principalmente nos desportes coletivos, onde equipas frequentemente mudavam os atletas e onzes de última hora, chegando a incluir jogadores reservas ou de base para completar a ausência de jogadores afastados pelo coronavírus.